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Notícias Jurídicas

  • Estado do RJ e a capital editam normas regulamentando parcelamento, perdão e redução de dívidas tributárias

    De admin em 2 de janeiro de 2013
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    Na última sexta-feira, foi publicado o Decreto n. 44.007/2012, que dispõe sobre o parcelamento de créditos tributários e não tributários do Estado do Rio de Janeiro. O Município do Rio de Janeiro também publicou na sexta-feira a Lei n. 5.546/2012 que dispõe sobre parcelamento e perdão de dívidas, juros e multas. Boa leitura!

  • STF: Compete à Justiça estadual julgar sobre IR de servidores estaduais

    De admin em 29 de dezembro de 2012
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    O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu, por meio do Plenário Virtual, a existência de repercussão geral no tema tratado no Recurso Extraordinário (RE) 684169, que trata da competência para julgamento de causas que envolvem a discussão sobre retenção e restituição de imposto de renda, incidente sobre os rendimentos pagos a servidores públicos estaduais. No mérito, foi reafirmada a jurisprudência da

  • Recuperação judicial prevalece sobre cobrança de débito fiscal

    De admin em 18 de dezembro de 2012
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    Uma decisão da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) servirá de precedente para as empresas em recuperação judicial que respondem por dívidas fiscais federais. O caso envolve a Varig e a União. O desfecho da discussão, porém, não terá efeitos práticos para as partes, pois a Varig faliu em 2010 e qualquer crédito seria agora destinado à massa

  • Compensação de Dívida Fiscal com Precatórios de Terceiros.

    De admin em 17 de dezembro de 2012
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    Já escrevi algumas vezes sobre os precatórios e as supostas possibilidades de compensação. É importante ressaltar que alguns estados possuem lei específica que autoriza a compensação de tributos com precatórios de terceiros, mas são leis especiais que, em regra, vigoram temporariamente. O contribuinte deve redobrar sua atenção quando receber os famosos “vendedores de precatórios”. Leiam o artigo a seguir. Boa

  • STJ: Devedor que emitiu promissória com assinatura escaneada não pode arguir nulidade formal por seu próprio ato

    De admin em 14 de dezembro de 2012
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    A teoria dos atos próprios e a boa-fé objetiva autorizam, no caso concreto, a validação de promissória que não observou regras formais. Assim, ainda que a norma cambiária internacional exija que a assinatura da nota seja de próprio punho, o devedor que reconhece ter assinado o título por meio de imagem escaneada não pode alegar sua nulidade. A decisão é

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